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quinta-feira, 2 de julho de 2009

Decode











How can I decide what's right?
When you're clouding up my mind
Can't win your losing fight...
All the time…


The truth is hiding in your eyes
And its hanging on your tongue
Just boiling in my blood
But you think that I can't see
What kind of man that you are
If you're a man at all…
Well, I will figure this one out...
on my own

(I'm screaming "I Love You So...”)

(But my thoughts you can't decode)


How did we get here?
I use to know you so well
How did we get here?
Well, I think I know…

Do you see what we've done?
We're gonna make such fools of ourselves ...

There IS something
that I SEE in YOU
It might kill me
I want it to be true



Music by: "Decode" - Paramore


Pic: Twillight

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Quando a chuva passar

"Pra que falar?
Se você não quer me ouvir
Fugir agora não resolve nada...

Mas não vou chorar
Se você quiser partir
Às vezes a distância ajuda
E essa tempestade
Um dia vai acabar...

Só quero te lembrar
De quando a gente
Andava nas estrelas
Nas horas lindas
Que passamos juntos...

(...)

Quando a chuva passar
Quando o tempo abrir
Abra a janela
E veja: Eu sou o Sol...
Eu sou céu e mar
Eu sou seu e fim
E o meu amor é imensidão..."

Ivete Sangalo

sábado, 12 de janeiro de 2008

(Bem) na minha mão

"Abro os olhos e adormeço
Sem a mente fraquejar
Saio pela manhã
De passagem, coisa vã
Derrapagem
Que a viagem tem princípio, meio e fim

Enquanto vergo, não parto
Enquanto choro, não seco
Enquanto vivo, não corro
À procura do que é certo

Não me venham buzinar
Vou tão bem na minha mão
Então vou para lá
Ver o que dá
Pé atrás na engrenagem
Altruísta até mais não

Enquanto vergo, não parto
Enquanto choro, não seco
Enquanto vivo, não corro
À procura do que é certo

Presa por um fio
Na vertigem do vazio
Que escorrega entre os dedos
Preso em duas mãos
Que o futuro é mais
O presente coerente na razão
Frases feitas são reféns da pulsação

Musica e Letra: Susana Félix

domingo, 5 de agosto de 2007

O sonho

Por Luís Eusébio:

"O sonho
é tudo o que temos
e tantos criaste…
O sonho
desde que nascemos
e enquanto vivermos
das cinzas renasce.
O sonho
é uma canção
é um coração
a quem tu tocaste…
E agora, apenas
vives o sonho
que um dia sonhaste."

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Pele

Fechaste as portas do teu mundo
Na esperança de ele se encontrar
Vais contando o tempo quase ao segundo
Parece não querer passar

Fazes de conta que está tudo bem
E andas às voltas quando estás a sós
Gritos mudos que só tu entendes
No profundo silêncio que é a tua voz

Não precisas de te esconder
Ninguém vai encontrar
O que está escrito na tua pele
Só tu para o decifrar

Qual o teu traço a pincel
A história da tua vida
Escrita, sentida, tatuada na pele
Quem lá escreveu
Com a tua permissão
Nem sequer, nem sequer percebeu
E perdeu a folha pele
Por entre as mãos

Qual o teu traço a pincel
A história da tua vida
Escrita, sentida, tatuada na pele
Quem lá, quem lá escreveu
Com a tua permissão
Nem sequer, nem sequer percebeu
E perdeu a folha pele
Por entre as mãos.


Música - Pólo Norte

Às vezes sinto que quem a escreveu, escreveu-a para mim.

Ouvir

terça-feira, 13 de março de 2007

A lua toda!

"I pictured a rainbow
You held it in your hand
I had flashes but
You saw the plan
I wandered out in the world for years
While you just stayed in your room
I saw the crescent
You saw the whole of the moon
The whole of the moon

You were there in the turnstiles
With the wind at your heels
You stretched for the stars
And you know how it feels
To reach too high (too high)
Too far (too far)
Too soon (too soon)
You saw the whole of the moon

I was grounded
While you filled the skies
I was dumbfounded by truth
You cut through lies
I saw the rain dirty valley
You saw "Brigadoon"
I saw the crescent
You saw the whole of the moon
Yeah

I spoke about wings
You just flew I wondered
I guessed and I tried
You just knew and I sighed
And you swooned
I saw the crescent
You saw the whole of the moon
The whole of the moon
The whole of the moon

The torch in your pocket
And the wind on your heels
You climbed on the ladder
And you know how it feels
To get too high (too high)
Too far (too far)
Too soon (too soon)
You saw the whole of the moon
The whole of the moon

Unicorns and cannonballs
Palaces and Piers
Trumpets, towers, and tenaments
Wide oceans full of tears
Flags, rags, ferryboats
Scimitars and scarves
Every precious dream and vision
Underneath the stars
Yes, you climbed on the ladder
With the wind in your sails
You came like a comet
Blazing your trail
Too high (too high)
Too far (too far)
Too soon (too soon)
You saw the whole of the moon

The whole of the moon
Yeah, you saw the whole of the moon"

Musica: Waterboys
Pic: boyangz

quarta-feira, 7 de março de 2007

Come what may


"Suddenly the world seems such a perfect place
Suddenly it moves with such a perfect grace
Suddenly my life doesn't seem such a waste
It all revolves around you

And there's no mountain too high no river too wide
Sing out this song and I'll be there by your side
Storm clouds may gather and stars may collide
But I love you until the end of time
"


Ost Moulin Rouge
Pic: moulin rouge2 por lunha

Tema da Zu


"Encontrei o teu olhar perdido
numa mágoa sem sentido
deixa dizer-te um dia
és aquilo que eu mais queria ver...

sorrir simplesmente ver-te sorrir
dou-te o mundo pra te ver sorrir
deixo tudo basta
pedires-me um segundo
És o meu corpo caído,
prendes o meu ser despido
caminho sem coragem,
mas levo a tua imagem a...
sorrir simplesmente ver-te sorrir
dou-te o mundo pra te ver sorrir
deixo tudo basta
pedires-me um segundo
Amor escuta agora
o silêncio que te adora
vem ter comigo...
vem...
vem ter comigo..."


Ver video

Letra: Yolanda Soares
Música: Abel Chaves

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Quando eu for grande...

"Quando eu for grande quero ser
Um bichinho pequenino
P'ra me poder aquecer
Na mão de qualquer menino

Quando eu for grande quero ser
Mais pequeno que uma noz
P'ra tudo o que eu sou caber
Na mão de qualquer de vós

Quando eu for grande quero ser
Uma laje de granito
Tudo em mim se pode erguer
Quando me pisam não grito

Quando eu for grande quero ser
Uma pedra do asfalto
O que lá estou a fazer
Só se nota quando falto

Quando eu for grande quero ser
Ponte de uma a outra margem
Para unir sem escolher
E servir só de passagem

Quando eu for grande quero ser
Como o rio dessa ponte
Nunca parar de correr
Sem nunca esquecer a fonte

Quando eu for grande quero ser
Um bichinho pequenino
Quando eu for grande quero ser
Mais pequeno que uma noz

Quando eu for grande quero ser
Uma laje de granito
Quando eu for grande quero ser
Uma pedra do asfalto

Quando eu for grande...
Quando eu for grande...

Quando eu for grande quero ter
O tamanho que não tenho
P'ra nunca deixar de ser
Do meu exacto tamanho
"


Por Manuela Freitas

domingo, 28 de janeiro de 2007

Amanhã

Sempre gostei de publicidade. Há anúncios que me fascinam, uns pela sua complexidade outros pela sua simplicidade. Uns que me divertem (raros casos ultimamente...) outros que me eternecem... A publicidade que me eternece tem obrigatoriamente de ter boa música por trás. Mas há aqueles anúncios que apenas valem pela música e pela mensagem que transmitem. O anúncio do perfume Noa (já com uns bons anos em cima) é um dos casos. Agora? O anúncio que me faz sorrir, cantarolar e acreditar? Rádio Renascença... com o Tim dos Xutos & Pontapés a cantar "Amanhã" de Caetano Veloso, poema de Guilherme Arantes.

Para a semana que agora começa, para mim e para todos os meus pirilampos, um sorriso e um acreditar:

"Amanhã
Será um lindo dia
Da mais louca alegria
Que se possa imaginar
Amanhã
Redobrada a força
Pra cima que não cessa
Há de vingar
Amanhã
Mais nenhum mistério
Acima do ilusório
O astro-rei vai brilhar
Amanhã
A luminosidade
Alheia a qualquer vontade
Há de imperar

Amanhã
Está toda a esperança
Por menor que pareça
Que existe é pra vicejar
Amanhã
Apesar de hoje
Ser a estrada que surge
Pra se trilhar
Amanhã
Mesmo que uns não queiram
Será de outros que esperam
Ver o dia raiar
Amanhã
Ódios aplacados
Temores abrandados
Será pleno, será pleno"

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Tragicomedia

"Yo que vivo en la luna
quiero darte mi granito de arena,
tú vives en una laguna
de la noche prisionera,
de risas inoportunas,
llantos que valen la pena,
cárceles de amargura,
palabras que son cadenas.

¿Por qué no cumples tu condena
de noches en vela?
Que yo soy tu trena,
si tú eres mi novela
yo soy tu tragicomedia.

Me subes como la espuma,
yo bajo por tus caderas,
si me subes a la luna,
tendrás una luna llena.

Y tus ojos me miraron
y la luna se cayó del cielo
y tus palabras me hablaron,
aunque últimamente no te entiendo.

Pero me pongo tan malo
cada vez que me roza tu pelo,
casi como un bicho raro,
una especie nueva de insecto,
que no, que no, que no.

Por eso piensa que soy un sueño,
sueña que pienso,
mándame un beso,
llámame un día de estos,
estoy en el metro sin cobertura
y en la parada de tu cintura,
y alégrame esta triste figura,
cuéntame un cuento,
dame locura,
porque si no luego me lo invento.

(...)

Y si tengo que morirme,
que me muera en primavera
pa poder echar raíces
y vivir siempre a tu vera,
y si tienes que marcharte,
llévame en una maleta,
yo prometo no pesarte,
tú procura no perderla.

Y tus ojos me miraron
y la luna se cayó del cielo
y tus palabras me hablaron,
aunque últimamente no te entiendo.

(...)"


Por: Estopa - Tragocomedia

sábado, 11 de novembro de 2006

Chuva


Acabei de descobrir Mariza (sim... só agora...) e estou maravilhada…

“As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade”

Letra: Jorge Fernando
Cantado por: Mariza
Imagem: Where Rain Grows by x-horizon

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

Se por um instante...

“Se, por um instante, Deus se esquecesse de que sou uma marionete de trapo e me presenteasse com um pedaço de vida, possivelmente não diria tudo o que penso, mas certamente, pensaria tudo o que digo.

Daria valor às coisas, não pelo que valem, mas pelo que significam.
Dormiria pouco, sonharia mais, pois sei que cada minuto que fechamos os olhos, perdemos sessenta segundos de luz.

Andaria quando os demais parassem, acordaria quando os outros dormem.
Escutaria quando os outros falassem e gozaria um bom sorvete de chocolate.

Se Deus me presenteasse com um pedaço de vida, vestir-me-ia com simplicidade, deitar-me-ia de bruços no solo, deixando a descoberto não apenas o meu corpo, como minha alma.

Deus meu, se eu tivesse um coração, escreveria o meu ódio sobre o gelo e esperaria que o sol saísse.

Pintaria, com um sonho de An Godo, sobre estrelas, um poema de Mário Benedetti e uma canção de Serrat seria a serenata que ofereceria à Lua.

Regaria as rosas com as minhas lágrimas para sentir a dor dos espinhos e o encarnado beijo das suas pétalas.

Deus meu, se eu tivesse um pedaço de vida, não deixaria passar um só dia sem dizer às gentes: amo-vos, amo-vos. Convenceria cada mulher e cada homem que são os meus favoritos e viveria apaixonado pelo amor.

Aos homens, provar-lhes-ia como estão enganados ao pensarem que deixam de apaixonar-se quando envelhecem, sem saber que envelhecem quando deixam de apaixonar-se.

A uma criança, dar-lhe-ia asas, mas deixaria que aprendesse a voar sozinha.

Aos velhos, ensinaria que a morte não chega com a velhice, mas com o esquecimento.

Tantas coisas aprendi com vocês, os homens...

Aprendi que toda a gente quer viver no cimo da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a escarpa.

Aprendi que quando um recém-nascido aperta, com a sua pequena mão, pela primeira vez, o dedo de seu pai, o torna prisioneiro para sempre.

Aprendi que um homem só tem direito de olhar um outro de cima para baixo para ajuda-lo a levantar-se.

São tantas coisas que pude aprender com vocês, mas, finalmente, não poderão servir muito porque quando me olharem dessa maleta, infelizmente estarei morrendo” (...)
Gabriel Garcia Marquez

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Window In The Skies



“The shackles are undone
The bullet's quit the gun
The heat that's in the sun
Will keep us when it's done
The rule has been disproved
The stone, it has been moved
The grain is now a grove
All debts are removed

Oh, can't you see what love has done
Oh, can't you see what love has done
Oh, can't you see what love has done
What it's doing to me

Love makes strange enemies
Makes love where love may please
Soul in its striptease
Hate brought to its knees
The sky over our head
We can reach it from our bed
If you let me in your heart
And out of my head

Oh, can't you see what love has done
Oh, can't you see what love has done
Oh, can't you see what love has done
What it's doing to me

Please don't ever let me out of here
I've got no shame

Oh, can't you see what love has done
Oh, can't you see
Oh, can't you see what love has done
What it's doing to me

Oh, can't you see what love has done
I know I hurt you and I made you cry
Oh, can't you see what love has done
Did everything but murder you and I
Oh, can't you see what love has done
But love left a window in the skies
Oh, can't you see what love has done
And to love I raphsodize

Oh, can't you see what love has done
To every broken heart
Oh, can't you see what love has done
For every heart that cries
Oh, can't you see what love has done
Love left a window in the skies
Oh, can't you see what love has done
And to love I raphsodize

Oh, can't you see”


U2 em U218 Singles

Imagem: window by cyberci

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Espectáculo


"Quando
tu me vires no futebol
estarei no campo
cabeça ao sol
a avançar pé ante pé
para uma bola que está
à espera dum pontapé
à espera dum penalty
que eu vou transformar para ti

eu vou
atirar para ganhar
vou rematar
e o golo que eu fizer
ficará sempre na rede
a libertar-nos da sede
ficará sempre na rede
a libertar-nos da sede

não me olhes só da bancada lateral
desce-me essa escada e vem deitar-te na grama
vem falar comigo como gente que se ama
e até não se poder mais
vamos jogar

Quando
tu me vires no music-hall
estarei no palco
cabeça ao sol
ao sol da noite das luzes
à espera dum outro sol
e que os teus olhos os uses
como quem usa um farol

não me olhes só dessa frisa lateral
desce pela cortina e acompanha-me em cena
vamos dar à perna como gente que se ama
e até não se poder mais
vamos bailar

Quando
tu me vires na televisão
estarei no écran
pés assentes no chão
a fazer publicidade
mas desta vez da verdade
mas desta vez da alegria
de duas mãos agarradas
mão a mão no dia a dia

não me olhes só desse maple estofado
desce pela antena e vem comigo ao programa
vem falar à gente como gente que se ama
e até não se poder mais
vamos cantar

E quando
à minha casa fores dar
vem devagar
e apaga-me a luz
que a luz desta outra ribalta
às vezes não me seduz
às vezes não me faz falta
às vezes não me seduz
às vezes não me faz falta"


Letra e música: Sérgio Godinho
Imagem: anaral stock 11 by
anaral

domingo, 5 de novembro de 2006

Quando me perco


Quando me perco
busco um abrigo
ou um tecto que não tolha os meus sentidos
E se o teu céu, por ser maior,
cobrir o pranto?
eu vou!

Quando me perco
sigo uma estrela
que não brilha igual
em todo o firmamento.
E se cair para lá das ilhas encantadas?
eu vou!

Se o teu nome não fosse
o do pecado,
ou da benção que o céu
hoje me deu,
nem por montes,
nem por mares
onde o sol nunca nasceu,
perderia o rasto
de um sorriso teu!

Quando me perco
sigo uma voz
que me chama bem do fundo
das certezas.
Mesmo que chegue
como um canto de sereia?
eu vou !

Quando me perco
ou se me encontro,
ou se me der para ser banal
tal como agora,
tudo não passa
da vontade de dizer?
eu estou !

Letra: Luís Represas
Imagem: Follow That Star . by
WickedNox

sábado, 21 de outubro de 2006

Smile

Há músicas inesquecíveis...
Há músicas intemporais...
Há músicas que são um eterno conselho e consolo...

Smile
Letra de John Turner e Geoffrey Parsons
Musica de Charlie Chaplin

"Smile though your heart is aching
Smile even though it’s breaking
When there are clouds in the sky, you’ll get by
If you smile through your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You’ll see the sun come shining through for you
Light up your face with gladness
Hide every trace of sadness
Although a tear may be ever so near
That’s the time you must keep on trying
Smile, what’s the use of crying
You’ll find that life is still worthwhile
If you just smile

That’s the time you must keep on trying
Smile, what’s the use of crying?
You’ll find that life is still worthwhile
If you just smile"